terça-feira, 21 de março de 2017

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Euan Murray, jogador de futebol americano não joga aos domingos por causa de sua fé

A decisão de Euan Murray,estrela da união escocesa de rugby (futebol americano), de não jogar futebol aos domingos por ter que assistir aos cultos dominical, poderia ser considerado uma posição fanática e louca, mas para Murray, esta é uma aliança com Deus em sua vida.
“É basicamente tudo ou nada, seguindo a Jesus. Não acredito em meias medidas no cristianismo. Eu acredito que a Bíblia é a Palavra de Deus. Quem sou eu para ignorar algumas coisa dela “, disse Murray, no 21 de dezembro de 2009 quando ele anunciou que não jogaria aos domingo.
Por tomar tal decisão Murray, vai perder no próximo domingo, uma partida decisiva contra o Pumas da Argentina.
“É isso mesmo. Euan não jogará domingo por causa de sua fé religiosa”, disse à AFP o porta-voz da federação escocesa, Graham Law

O jogador escocês que tem 31 anos diz: “Jesus disse que se você me ama, guarda os meus mandamentos, e há dez mandamentos, e não nove” estas foram as palavras de Murray em 2009 e ainda mantém, depois de ter recuperado de uma lesão em 2005, desde então, sua fé cresceu.

Fonte: Portal Padom (Euan Murray, jogador de futebol americano não joga aos domingos por causa de sua fé)

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Bodas de Prata da IEC-BV (Igreja Congregacional de Boa Vista)

Convidamos você a estar conosco agradecendo a Deus pelos 25 anos de nossa igreja, Os cultos acontecerão nos dias 24 e 25 desse mês (sábado e domingo próximos). No sábado teremos a paarticipação da orquestra e coral das nações e o pregador será o Rev Clodoaldo Alves, da AD das Nações. No domingo teremos batismos, ceia do Senhor e apresentação de video com histórico da igreja.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

O POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgou em 2011 uma pesquisa feita entre 2003 e 2009 onde se constatou que em 2009 cerca de 14% das pessoas que se declaravam evangélicas no Brasil não tinham nenhum vinculo institucional-denominacional, esse numero era de apenas 4% em 2003. O BEPEC (Bureau de Pesquisa e Estatística) Cristã fez igual pesquisa e apontou 12,5% em 2010. A diferença de 1,5% ficou dentro da margem de erro. Esse percentual representa cerca de 4.000. 000 (quatro milhões de pessoas) que corresponde, por exemplo, a metade da membresia das Assembléias de Deus, maior denominação evangélica do Brasil, ou cerca de ¾ (três quartos) dos fieis da IURD, maior denominação neo-pentecostal brasileira. Os números são tão significativos que esse grupo já ganhou uma alcunha: os desigrejados. Vale salientar que a pesquisa não destacou os que se declaram membros de alguma igreja e freqüentam esporadicamente. Nos EUA esse grupo corresponde a quase 50% da membresia das igrejas, no Brasil, creio, não seria muito diferente.

Esse números alarmantes têm causas e algumas podem ser apontadas:

terça-feira, 2 de agosto de 2011

A morte dos britânicos John Stott e Amy Winehouse


   
Nestes dias morreram John Stott e Amy Winehouse.



Stott morreu aos 90 anos.



Amy morreu aos 27 anos.



Stott morreu de complicações decorrentes da idade.

Amy morreu de “causas desconhecidas”, mas, ao que tudo indica ocasionada por uma overdose.

Stott morreu em casa ouvindo “O Messias” de Handel e cercado por amigos que se revezavam na leitura de textos bíblicos.

Amy morreu em casa. Sozinha.

Stott escreveu dezenas de livros de conteúdo cristão que se tornaram luzeiros para a fé de milhões de cristãos em todo o mundo. Obras como “Crêr é também pensar”, “A cruz de Cristo”, "Ouça o Espírito, ouça o Mundo" e diversas outras obras. Ao lado de Billy Graham fundou o Movimento Internacional de Evangelização Mundial Lausanne. Dedicou sua vida ao treinamento e ao ensino de milhões de líderes nas regiões mais carentes de treinamento teológico do mundo, dentre elas, a América-Latina.

Amy se tornou conhecida por sua melodiosa voz que cantava letras que evocavam tristeza, desespero e solidão. Ela enterrou o seu próprio coração em uma das suas canções.

Stott sempre será lembrado por sua simplicidade, humildade e dedicação em defesa da causa do Evangelho.

Amy sempre será lembrada por suas performances de embriaguez e seus usos de drogas. Por sua aparência cada vez mais frágil diante da luta perdida contra o vício.

Em todo o mundo, apenas os cristãos protestantes lamentaram a morte de Stott. Não foi noticiado por nenhuma grande rede de TV. Nenhum jornal ou revista da chamada “mídia secular” escreveu nem mesmo uma nota sobre a sua morte. Mas, sua vida está escrita na memória e no coração de milhões.

Em todo o mundo, a morte de Amy foi noticiada exaustivamente. TV, rádio, jornais e revistas dedicaram páginas e páginas, horas e horas de cobertura a morte “prematura” daquela jovem "tão promissora" que seguia o exemplo de tantos outros antes dela.

John Stott foi pranteado com esperança por aqueles que eram seus amigos e compartilhavam sua fé em que a morte é apenas o início de uma abundante e plena vida ao lado de Cristo na eternidade.

Amy foi pranteada por milhões de fãs e amigos, conhecidos e desconhecidos, e principalmente, por seu pai e sua mãe, que não cansavam de repetir: “Nos últimos dias, ela estava bem”.  Seu pranto era pela perda. E apenas isso. Talvez muitos deles pensem que a morte “é o fim”. Amy agora sabe que não é.

Stott morreu numa casa simples, num acampamento pra idosos, propriedade da Igreja Anglicana.

Amy morreu numa bela mansão em um bairro nobre de Londres.

Stott não deve ter deixado muito de herança material. Mas, sua herança espiritual é inestimável.

Amy deixou milhões de dólares, cuja parte o pai reverterá para ajudar no tratamento de pessoas vítimas do álcool e das drogas. Talvez seja uma forma “de dar sentido a tudo isso”.

Stott sempre estava sorrindo.
Amy parecia não ter motivos para ser feliz.

Parece que para o mundo, a morte de Stott não fez nenhuma diferença.
Mas, é notório que para o mundo, a morte de Amy foi uma perda inestimável.

Stott morreu crendo na suficiência única e exclusiva do sacrifício de Cristo para ofertar graciosamente ao homem a salvação.

Amy...não sei no que ela cria. Mas, por sua vida, pode-se afirmar (supor) que não havia experimentado uma nova vida em Cristo. Nele há esperança. Nele há alegria. Nele há sentido para quem somos e o que fazemos com nossa existência.

Stott morreu e (cremos) foi para o céu.

... “Que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”

Vanessa Karla.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Mês de Missões Congregacionais

Video promocional para o mês de missões congregacionais na IEC-BV

Mulher de Deus - UAF - IEC BV

Video promocional e comemorativo aos 140 anos de UAFs no Brasil

domingo, 5 de junho de 2011

OS ALTARES DE ABRÃO, OS NOSSOS ALTARES


Texto:
Gênesis 12: 1 – 7; 3: 14 – 18; 22 : 7 – 14

INTRODUÇÃO:

O vocábulo bíblico  altar é oriundo do termo hebraico mizbeah, lugar do sacrifício. Os altares  eram  edificações em forma de mesa, onde se apresentavam holocausto a alguma divindade,  isso funcionava como um ponto de encontro, contato, entre a pessoa e seu deus, geralmente para invocar essa divindade firmando com ela pacto ou agradecendo pela consecução de bênçãos oriundas de pactos feitos. O povo do único e verdadeiro Deus, desde Abel, passando pelos patriarcas, até a nação Israelita, tinha por costume oferecer holocaustos sobre altares; antes de existir a nação israelita, os servos do SENHOR ofereciam seus sacrifícios particularmente, em holocausto construído por eles mesmos, com a fundação na nação e a instituição de um lugar centralizado de culto, o altar passou a ser também centralizado, primeiro no tabernáculo e depois no templo de Jerusalém. A igreja cristã não precisa mais de sacrifícios posto que um único, eficaz e eterno, o de Jesus, foi oferecido a Deus no altar do calvário, a cruz (Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado à destra de Deus, Hebreus 10:12). Embora não seja mais necessário, pelo contrário até errado apresentar sacrifícios, construir altares físicos, o exemplo dos que faziam o sacrifício é didático e devocional para nós, deles podemos aprender muito sobre renuncia, concerto, devoção e muito mais. Os textos em tela, que falam de Abrão, aquele que tornou-se Abraão, pai de numerosa multidão, o pai da fé de todos os que crêem em Jesus, são exemplo disso, deles podemos saber que  os altares de pedra de Abrão podem ser altares de fé para o nosso coração e vida. Abrão construiu quatro altares, cada um com um fim específico:


1º ALTAR: Chamada e promessa 12: 7
E apareceu-o SENHOR -a Abrão, e disse: Å tua descendência darei esta terra. E edificou ali um altar ao SENHOR, que lhe aparecera

Um Deus desconhecido chamou a Abrão, lhe fez uma promessa de lhe dá uma descendência, e certa terra como possessão, então esse homem deixa sua terra, sua parentela, e parte sem saber onde, exatamente, era essa terra, sua única bússola e mapa eram sua fé nesse Deus (Pela fé Abraão, quando chamado, obedeceu e dirigiu-se a um lugar que mais tarde receberia como herança, embora não soubesse para onde estava indo. Hebreus 11:8). Essa chamada parece ser absurda, ilógica, e Abrão pode ser classificado por qualquer um como um louco por ter aceitado a proposta. Quando finalmente chegou nessa terra prometida, mesmo antes de tê-la como possessão, ele ergueu um altar e adorou ao Senhor.

O chamado do Senhor sempre é, aparentemente, loucura. Para segui-lO Jesus disse ser preciso renunciar o próprio Eu, que absurdo (Então Jesus disse aos seus discípulos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Mateus 16:24). Paulo, que recebeu esse estranho chamado de maneira muito estranha disse: Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim. (Gálatas 2:20). No altar do chamado para a salvação se sacrifica o Eu para seguir o Salvador, que se sacrifica nesse altar deixa de ser e deixa Ele ser.

O chamado ministerial é, igualmente, inexplicável, aliás, achar-se convocado por um ente invisível para ser dEle e trabalhar para Ele, por si só já cheira a fanatismo; quem se reconhece chamado deve está pronto para os conflitos interiores e exteriores decorrentes dessa ilogicidade.

Certa vez fui entrevistado por uma jovem espanhola que fazia sua dissertação para doutorado. Um trecho da conversa exemplifica esse espanto, do qual falo.
- Você acha que é melhor que seus irmãos da igreja?
- Não, sou igual a eles.
- Então porque você fica a frente e fala daquela tribuna?
- Porque fui chamado por Deus para o ministério.
(ela arregalou os olhos e perguntou)
- Você afirma que foi chamado pelo seu Deus para ser pastor?
- Sim
- Como você pode me provar que recebeu esse chamado?
- Bem, eu não posso te provar, nem explicar, é algo íntimo, mas tenho certeza que é verdadeiro.

Além de aparentemente ilógico, o chamado ministerial (e aqui chamo de ministério as funções exercidas na casa e na causa do Senhor, não somente o pastorado, qualquer delas) pode parecer doloroso, requer renuncia, presteza, qualidade. ("Maldito o que faz com negligência o trabalho do SenhorJeremias 48:10a)

Contudo o chamado de Deus é sempre acompanhado de belas promessas (Então Pedro começou a dizer-lhe: "Nós deixamos tudo para seguir-te". Respondeu Jesus: "Digo-lhes a verdade: Ninguém que tenha deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos, ou campos, por causa de mim e do evangelho, deixará de receber cem vezes mais já no tempo presente casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, e com eles perseguição; e, na era futura, a vida eterna. Marcos 10: 28 - 30). Portanto, vale a pena ir ao altar do chamado renunciando, para receber a promessa e nesse mesmo altar adorar ao que chama.

2º ALTAR: Invocação 12: 8
E moveu-se dali para a montanha do lado oriental de Betel, e armou a sua tenda, tendo Betel ao ocidente, e Ai ao oriente; e edificou ali um altar ao SENHOR, e invocou o nome do SENHOR.

Para servir e seguir a Deus, bem como para seguir com Ele, é necessário invocá-lO; o chamado acontece uma vez, no início da caminhada, a partir daí firma-se uma parceria entre um Senhor, Deus, e um servo, o homem, com o passar do tempo  essa relação extrapola para amizade, Abraão entendeu isso e continuou buscando, invocando ao Deus que lhe aparecera, e daí foi chamado de seu amigo (Cumpriu-se assim a Escritura que diz: "Abraão creu em Deus, e isso lhe foi creditado como justiça", e ele foi chamado amigo de Deus. Tiago 2:23).

Curiosamente Abraão arma sua tenda e seu altar junto a Betel (casa de Deus), onde seu neto, Jacó, receberia revelações via sonhos, da parte do Senhor que seria o continuador da família eleita. O relacionamento com Deus é maravilhoso, invocamos à Ele e somos correspondido (Clame a mim e eu responderei e lhe direi coisas grandiosas e insondáveis que você não conhece’. Jeremias 33:3)

O altar da invocação é relacionamento, é busca por aquEle, que mesmo sendo grandioso se deixa conhecer, se faz amigo dos que o buscam.


3º ALTAR: Santificação e paz 13: 14 – 17  
14 E disse o SENHOR a Abrão, depois que Ló se apartou dele: Levanta agora os teus olhos, e olha desde o lugar onde estás, para o lado do norte, e do sul, e do oriente, e do ocidente; 15 Porque toda esta terra que vês, te hei de dar a ti, e à tua descendência, para sempre. 16 E farei a tua descendência como o pó da terra; de maneira que se alguém puder contar o pó da terra, também a tua descendência será contada. 17 Levanta-te, percorre essa terra, no seu comprimento e na sua largura; porque a ti a darei. 18 E Abrão mudou as suas tendas, e foi, e habitou nos carvalhais de Manre, que estão junto a Hebrom; e edificou ali um altar ao SENHOR.

Deus se revelou a Abrão lhe fez promessas, o tirou da terra em que vivia, e com ele firmou relacionamento, Abraão caminhava com Deus e com ele ia seu sobrinho Ló, uma referencia familiar, ambos estavam ricos, sendo que o produto de suas riquezas era ovelhas e gado, portanto os rebanhos eram grandes. Por causa das necessidades do rebanho houve briga entre os pastores de Ló e os de Abrão, a paz fora embora, uma decisão drástica precisava ser tomada, os familiares precisavam se apartar. A iniciativa parte do mais velho, do tio, que dá a Ló a escolha de lugar e ele o faz, separados Deus aparece mais uma vez a Abrão e renova sua aliança com seu servo; a paz voltou, o servo do Altíssimo mais uma vez edifica um altar, o altar de renuncia da presença do seu familiar, altar da paz advinda da dolorosa renuncia.

A relação da santificação com a renuncia e a paz é tão estranha quanto real. Para alcançarmos a paz é preciso que deixemos sobre o altar da renuncia pessoas, sentimentos, egos, manias e tantos outros que as vezes nos são tão queridos, mas atrapalham nossa comunhão com o Senhor. Nos momentos de batalha, quando aquilo a ser renunciado parece ser tão caro, é bom ouvir o apóstolo Paulo que passou pelo mesmo altar, ele disse em Filipenses 3 : 7, 8 Mas o que para mim era lucro, passei a considerar perda, por causa de Cristo. Mais do que isso, considero tudo como perda, comparado com a suprema grandeza do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor, por cuja causa perdi todas as coisas. Eu as considero como esterco para poder ganhar a Cristo. A renuncia pode ser dolorosa, mas o que ganhamos por causa dela é altamente recompensador, a paz com Deus, a paz de Deus, a sublimidade de Cristo.


4º ALTAR: Provação e salvação 22: 9 - 14
9 E chegaram ao lugar que Deus lhe dissera, e edificou Abraão ali um altar e pôs em ordem a lenha, e amarrou a Isaque seu filho, e deitou-o sobre o altar em cima da lenha. 10 E estendeu Abraão a sua mão, e tomou o cutelo para imolar o seu filho; 11 Mas o anjo do SENHOR lhe bradou desde os céus, e disse: Abraão, Abraão! E ele disse: Eis-me aqui. 12 Então disse: Não estendas a tua mão sobre o moço, e não lhe faças nada; porquanto agora sei que temes a Deus, e não me negaste o teu filho, o teu único filho. 13 Então levantou Abraão os seus olhos e olhou; e eis um carneiro detrás dele, travado pelos seus chifres, num mato; e foi Abraão, e tomou o carneiro, e ofereceu-o em holocausto, em lugar de seu filho. 14 E chamou Abraão o nome daquele lugar: O SENHOR PROVERA; donde se diz até ao dia de hoje: No monte do SENHOR se proverá.

O construtor de altares já estava velho, já lutara muito, viu todas as promessas de Deus se cumprindo, conhecia bem de perto o caráter de seu amigo e Senhor, via seu filho Isaque, um adolescente crescendo a cada dia, podia agora descansar. Der repente uma prova, mais uma, um altar ainda precisava ser construído, sempre é tempo de construir altares, sempre é tempo para demonstração de obediência. A prova final era a mais difícil, o velho Abrão foi acostumado a construir altares e sacrificar animais, mas agora o sacrifício era outro Deus pediu o seu próprio filho, Isaque, em holocausto.

A prontidão do amigo de Deus em atender sua determinação se mostra assustadora, ele mesmo com todo o pesar, leva seu filho para o sacrifício; o autor da carta aos Hebreus mostra porque não houve vacilo de Abrão (Pela fé ofereceu Abraão a Isaque, quando foi provado; sim, aquele que recebera as promessas ofereceu o seu unigênito, Sendo-lhe dito: Em Isaque será chamada a tua descendência, considerou que Deus era poderoso para até dentre os mortos o ressuscitar; Hebreus 11:17, 18). O texto tem uma precisão cirúrgica quando mostra o porque da prontidão daquele pai: o velho Abraão conhecia o caráter de Deus, sabia do cumprimento das promessas através de Isaque, sendo assim confiava que traria seu filho vivo de volta para casa. Quem conhece o caráter de Deus enfrenta qualquer prova com ele, mesmo as fornalhas de fogo ou as covas de leões.

De fato o Senhor não permitiu que Isaque morresse naquele altar, mas providenciou um cordeiro para sacrifício, para substituir o querido filho do pai da fé, contudo, Deus recebeu aquele ato como sacrifício de fato. Isso nos fala da maravilhosa salvação espiritual e eterna, para que ela acontecesse o Pai celestial nos enviou o seu filho unigênito para morrer em nosso lugar como cordeiro, e todo que crê nele, até hoje, será contado na descendência de Abraão o pai da fé.

CONCLUSÃO
Que construamos mais altares, não de pedras, mas com o coração e pelo Espírito; que adoremos mais, renunciemos mais, sejamos mais fieis e responsáveis na administração do chamado feito um dia por Ele a nós, mas, sobretudo, que passemos pelo último altar de Abrão, aquele que tipificou o definitivo sacrifício, a cruz, onde Jesus a mando do pai, mas também por sua própria vontade, nos amou morreu por nós, para tomar o nosso lugar e nos salvar da ira eterna.


quinta-feira, 2 de junho de 2011

ORANDO COM CONFIANÇA, COLHENDO NO TEMPO DEVIDO



E Isaque orou insistentemente ao SENHOR por sua mulher, porquanto era estéril; e o SENHOR ouviu as suas orações, e Rebeca sua mulher concebeu. Gênesis 25:21

INTRODUÇÃO
Quando os esforços humanos se esgotam tudo o que resta é orar, apelar para uma ação sobrenatural, de Deus. Na verdade, orar em quaisquer situações, boas ou ruins, de agradecimento ou necessidade, por causas já resolvidas, ou de resolução aparentemente fácil, ou difícil, até mesmo sendo ainda notadamente impossível, deveria ser a primeira atitude do crente em Jesus, infelizmente não é o que acontece, por causa, talvez, de uma frase de efeito, errada, se impregnou no consciente e inconsciente das igrejas e crentes brasileiros: “Deus só faz aquilo que o homem não pode fazer”; por causa desse entendimento errôneo e sem base bíblica muitos irmãos têm deixado para buscar ao SENHOR apenas em último caso, felizmente, em sua misericórdia Deus, mesmo sendo relegado a último plano, responde muitas orações.

Isaque foi o filho da promessa de Abraão, daquela promessa de ser pai de uma nação, feita em Gênesis 12: 2, confirmada em 15: 4 – 6, explicitada em 17, e materializada no capítulo 21. Tudo estava certo, visto que era obra de Deus, mas o tempo foi passando e Ismael e sua esposa não gerava filhos.  No texto em tela Isaque ora ao Senhor e tem sua oração respondida, sendo assim, ele mostra como deve ser a oração de quem tem necessidades e espera a ajuda do Alto.





1.  A ORAÇÃO DEVE TER OBJETIVO
E Isaque orou insistentemente ao SENHOR por sua mulher, porquanto era estéril; e o SENHOR ouviu as suas orações, e Rebeca sua mulher concebeu. Gênesis 25:21

A oração deve ser uma saudável rotina, como ordena a palavra do Senhor em 1Tessalonicenses 5:17 Orai sem cessar. Falar com o Senhor deve ser algo costumeiro, diário, assim como comemos, trabalhamos, vemos nossos programas preferidos de televisão etc.

A rotina pode ser boa ou ruim. Ela é boa quando fazemos costumeiramente o que é necessário, criando assim uma disciplina própria que ajuda na execução desses necessários, e é ruim quando temos hábitos irrefletidos, viciados, desnecessários ou mesmo quando pela mecanicidade não percebemos o que fazemos. Quando oramos por questões diárias, como agradecer pelo alimento, pedir proteção pelo dia, rogar uma boa noite de sono, devemos fazer isso tendo no coração gratidão pelas bênçãos mencionadas, e fé que Deus irá ouvir os pedidos, que mesmo feitos repetidamente, não são irrefletidamente.

Quando surgem questões pontuais, específicas, essas também devem ser apresentadas ao Senhor de maneira específica, objetiva, e não superficialmente. O apóstolo Paulo inspirado Espírito Santo disse na sua carta aos Filipenses 4:6 Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graça;, claro que ele não supunha que precisemos dizer a Deus algo para que Ele possa conhecer, mas está nos incentivando a contar tudo a Deus. Esse fazer tudo conhecido diante do Senhor, funciona mais para nós que para Ele. Não generalizemos; ainda que o Senhor saiba tudo o que precisamos, Ele se alegra quando somos claros, isso demonstra fé no seu poder e na sua graciosa misericórdia.

2.  A ORAÇÃO DEVE SER INSISTENTE
E Isaque orou insistentemente ao SENHOR por sua mulher, porquanto era estéril; e o SENHOR ouviu as suas orações, e Rebeca sua mulher concebeu. Gênesis 25:21

A versão corrigida e revisada fiel diz que Isaque orou insistentemente, e em todas as versões se diz que Deus ouviu suas orações, ou seja, essa insistência se deu por meio de várias orações pelo mesmo propósito; ele orou até ser atendido. Mônica, mãe de Agostinho orou por cerca de quinze (15) anos ao Senhor pedindo a conversão de seu filho, certa vez ela falou ao bispo de sua cidade dessa sua insistência em oração ao que o bispo responde: “O coração de teu filho não está ainda preparado, mas Deus determinará o momento. Vai e  continua a pedir: é impossível que se perca um filho de tantas lágrimas”.

Orar insistentemente revela algumas particularidades que agradam a Deus:

1. Paciência: quem insiste com Deus sabe que Ele tem um tempo determinado para responder e que, como não sabemos quando é esse tempo, devemos insistir clamando, como fez o Salmista: Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor. Salmos 40:1

2. Confiança: quem insiste com Deus, confia que a qualquer momento Ele mostrará sua providencia respondendo a petição, portanto quem assim o faz  não se demove de sua fé. O primeiro versículo do Salmo 125 fala disso muito bem Os que confiam no SENHOR serão como o monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre. Salmos 125:1

3. Submissão: quem insiste com Deus, sabe que a resposta virá, positiva ou negativa, pois conhece a soberania divina mas se submete ao querer do Senhor durante o tempo em que clama, e depois da resposta.  Davi, o homem segundo o coração de Deus, no dá um belo exemplo de submissão à vontade de Deus em oração no caso da morte do seu primeiro filho com Beteseba;

2 Samuel 12: 15 -  20
15 Então Natã foi para sua casa; e o SENHOR feriu a criança que a mulher de Urias dera a Davi, e adoeceu gravemente. 16 E buscou Davi a Deus pela criança; e jejuou Davi, e entrou, e passou a noite prostrado sobre a terra. 17 Então os anciãos da sua casa se levantaram e foram a ele, para o levantar da terra; porém ele não quis, e não comeu pão com eles. 18 E sucedeu que ao sétimo dia morreu a criança; e temiam os servos de Davi dizer-lhe que a criança estava morta, porque diziam: Eis que, sendo a criança ainda viva, lhe falávamos, porém não dava ouvidos à nossa voz; como, pois, lhe diremos que a criança está morta? Porque mais lhe afligiria.19 Viu, porém, Davi que seus servos falavam baixo, e entendeu Davi que a criança estava morta, pelo que disse Davi a seus servos: Está morta a criança? E eles disseram: Está morta. 20 Então Davi se levantou da terra, e se lavou, e se ungiu, e mudou de roupas, e entrou na casa do SENHOR, e adorou. Então foi à sua casa, e pediu pão; e lhe puseram pão, e comeu.

3. ESSA ORAÇÃO GERA FRUTOS
E Isaque orou insistentemente ao SENHOR por sua mulher, porquanto era estéril; e o SENHOR ouviu as suas orações, e Rebeca sua mulher concebeu. Gênesis 25:21

A oração consciente e insistente sempre gerará algum fruto, portando nunca devemos ser orgulhosos ou incrédulos ao ponto de não orar. Muito pode ser dito do resultado desse tipo de oração, mas três pontos devem ser salientados:

1. A resposta positiva quando o que pedimos se coaduna a vontade dEle. No caso de Isaque havia uma certeza que o filho viria posto o mesmo que conhecia as promessas feitas a Abraão , e ainda assim ele orou ao Senhor.  (Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração. Salmos 37:4)

2. Aumento da comunhão e confiança no Senhor
Quanto mais nos aproximamos de alguém, mas temos intimidade com essa pessoa. Com o Senhor não é diferente, quanto mais oramos, maior intimidade com Ele teremos, e conhecendo seu maravilhoso caráter, confiaremos mais nEle. (O Senhor confia os seus segredos aos que o temem, e os leva a conhecer a sua aliança. Salmos 25:14)

3. A pedagogia do não que quebra nosso orgulho nos ensinando que o querer do Senhor sempre é o melhor para nós. Davi, no caso citado acima, ouviu esse não, aceitou a vontade de Deus, e, no lugar daquele que morrera lhe nasceu Salomão, se sucessor  .

CONCLUSÃO
Vamos orar, sempre, mas sem mecanicidade, sem orgulho, sem impaciência. Vamos orar com fé, submetendo o pedido a aquEle que pode responder as orações no tempo devido e conforme a sua vontade. Vamos orar para aprendermos a confiar mais nEle, vamos orar por é ordem dEle, e ao fim, vermos quantos benefícios o saudável hábito de orar trará para nós.

Vamos orar.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

China prende 36 fiéis de igrejas "subterrâneas"

     Na terceira semana da caça aberta a igrejas cristãs clandestinas, autoridades chinesas invadiram na segunda-feira, 25, dezenas de casas e prenderam ao menos 36 pessoas em Pequim.

     Os fiéis estavam prestes a celebrar a Páscoa em uma praça pública ao noroeste da capital chinesa.

     Os detidos integram a Shouwang, uma das maiores "igrejas subterrâneas" de Pequim -nome dado às igrejas que se recusam a deixar o Partido Comunista controlar a sua crença, e, por isso, são consideradas ilegais e caçadas.

     O governo alega que no país há liberdade de religião, garantida pela Constituição chinesa.

     Mas a lei só permite o credo em igrejas registradas oficialmente. As igrejas oficiais do país têm cerca de 20 milhões de fiéis, mas calcula-se que haja 50 milhões de fieis em "igrejas subterrâneas".

Data: 27/4/2011
Fonte: Portas Abertas

terça-feira, 19 de abril de 2011

A PÁSCOA

Origem e significado do termo
A Páscoa (do hebraico פסח -Pessach, significando passagem, e do grego pasca - Πάσχα). Teve origem no Egito quando antes da execução da décima e última praga de Javé contra os egípcios, Ele ordenou aos filhos de Israel, seu povo, que matassem um cordeiro e aplicasse o sangue desse nas ombreiras e nas vergas das portas, para que o anjo vingador passasse sobre a casa que tivesse o sinal do sangue e não matasse o filho primogênito daquela casa. Chegada à noite, os hebreus comeram a carne do cordeiro, acompanhada de pão ázimo e ervas amargas e, a meia noite, veio o vingador e ceifou os primogênitos do Egito. Depois desse evento os israelitas foram instados a deixar, rapidamente a terra de sua servidão. A partir de então, isso se tornaria uma festa a ser repetida anualmente - A Festa da Páscoa (Êxodo 12). 

A celebração Judaica

 Atualmente o ritual da páscoa judaica difere daquela dos tempos bíblicos, embora o sentido continue. Essa diferença ocorre porque hoje os judeus não têm mais o tabernáculo ou templo, onde a festa era celebrada, lá cordeiros eram mortos, parte deles queimada e outra comida junto com ervas amargas e pão sem fermento (Nm 28: 16, 17); o sacrifício era feito ao som do Hallel completo (Salmos 113 - 118) cantado e acompanhado de instrumentos musicais. Na Wikipédia, enciclopédia livre virtual, a celebração da páscoa judaica atual é descrita assim:


“A festa de Pessach é antes de tudo uma festa familiar, onde nas primeiras duas noites (somente na primeira em Israel) é realizado um jantar especial chamado de Sêder de Pessach. Desta refeição somente devem participar judeus e gentios convertidos ao judaísmo. Neste sêder a história do Êxodo do Egito é narrada, e se faz as leituras das bençãos, das histórias da Hagadá, de parábolas e canções judaicas. Durante a refeição, come-se pão ázimo e ervas amargas, e utiliza-se roupa de sair para lembrar-se do "sair apressado da terra do Egito”.






A instituição da páscoa cristã

Jesus pediu a seus discípulos que lhe preparassem a Seder Pessach, e a comeu com eles na noite da páscoa (Lc 22: 7 - 21), ou seja, na noite que antecedia o dia da páscoa, quando acontecia a festa propriamente dita (Jo 13: 1); para os judeus a dia começa num por do sol e termina no seguinte, esse evento ficou conhecido como a última ceia e nós sempre a citamos quando vamos celebrar a Santa Ceia do Senhor, o que já nos diz que, para nós cristãos, a ceia é a nossa celebração pascal. A crucificação de Jesus deve ter acontecido por volta das nove horas (9h) da sexta-feira e sua morte, aconteceu perto da hora nona, ou seja, quinze horas (15h), como nos informa Mateus (Mt 27: 46).


Paganismo associado à páscoa

Estranhamente vemos nas celebrações judaica e cristã da ceia elementos estranhos a aqueles instituídos pelo SENHOR no deserto, para ser relembrado pelos israelitas e, também, daqueles que nosso Senhor Jesus Cristo ordenou que fosse usado na ceia do Senhor. Esses elementos estranhos são o coelho e o ovo, sendo que o coelho aparece apenas entre os cristãos, ao passo que, o ovo entre as celebrações de ambas as religiões.

Os judeus dizem que o ovo representa o sacrifício de Chaguigá. E que seria, um outro sacrifício apresentado e comido antes do sacrifício pascal propriamente dito, que só acontecia no final; dizem que simboliza também o luto pela impossibilidade de culto no templo santo; e ainda, refere-se ao ciclo de mudança, dessa maneira expressando a esperança de que o Templo será reconstruído em breve.

Entre os cristãos, geralmente se justifica a presença do coelho e do ovo de páscoa devido à notória capacidade de reprodução desse animal, que se tornou símbolo da fertilidade. Já o ovo, representa o surgimento da vida e a origem do mundo. Daí sua relação com a ressurreição de Cristo e a Páscoa.

As justificativas apresentadas acima parecem ser mais desculpas do que explicações plausíveis para a inserção de símbolos pagãos na páscoa. Haja visto que, os dois elementos usados eram comuns entre antigos cultos; alguns deles, no império romano principalmente, foram contemporâneos dos cristãos e dos judeus e, estes foram influenciados.

O site ceticismo.net, no artigo A verdadeira História da Páscoa (http://ceticismo.net/religiao/a-verdadeira-historia-da-pascoa/), mostra o uso do ovo e do coelho em vários cultos espalhados pelo mundo e tempo:

O ovo é um destes símbolos que praticamente explica-se por si mesmo. Ele contém o germe, o fruto da vida, que representa o nascimento, o renascimento, a renovação e a criação cíclica. De um modo simples, podemos dizer que é o símbolo da vida.

Os celtas, gregos, egípcios, fenícios, chineses e muitas outras civilizações acreditavam que o mundo havia nascido de um ovo. Na maioria das tradições, este “ovo cósmico” aparece depois de um período de caos.

Na Índia, por exemplo, acredita-se que uma gansa de nome Hamsa (um espírito considerado o “Sopro divino”), chocou o ovo cósmico na superfície de águas primordiais e, daí, dividido em duas partes, o ovo deu origem ao Céu e a Terra – simbolicamente é possível ver o Céu como a parte leve do ovo, a clara, e a Terra como outra mais densa, a gema.

O mito do ovo cósmico aparece também nas tradições chinesas. Antes do surgimento do mundo, quando tudo ainda era caos, um ovo semelhante ao de galinha se abriu e, de seus elementos pesados, surgiu a Terra (Yin) e, de sua parte leve e pura, nasceu o céu (Yang).

Para os celtas, o ovo cósmico é assimilado a um ovo de serpente. Para eles, o ovo contém a representação do Universo: a gema representa o globo terrestre, a clara o firmamento e a atmosfera, a casca equivale à esfera celeste e aos astros.

Na tradição cristã, o ovo aparece como uma renovação periódica da natureza. Trata-se do mito da criação cíclica. Em muitos países europeus, ainda hoje há a crença de que comer ovos no Domingo de Páscoa traz saúde e sorte durante todo o resto do ano. E mais: um ovo posto na sexta-feira santa afasta as doenças.

... No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.

Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas! Assim, os coelhos são vistos como símbolos de renovação e início de uma nova vida. Em união com o mito dos Ovos de Páscoa, o Coelho da Páscoa representa a renovação de uma vida que trará boas novas e novos e melhores dias, segundo as tradições.

Esses símbolos se encontram na antiga mitologia anglo-saxã que celebra a Eostre (ou Ostera) deusa da fertilidade; representada por uma figura de mulher, jovem, segurando um ovo e olhando um coelho. Este mito encontra correspondência em vários cultos mitológicos antigos, como o nórdico, o germânico, o grego, o fenício e o babilônico. A correspondência é percebida pela similaridade da representação do mito a da festividade referente à ele, a saber os festivais da primavera, onde se celebrava a renovação da vida com a chegada da nova estação.

Há quem afirme que os missionários cristãos que chegaram a Inglaterra no século II dC usaram a festa de Eostre como uma ferramenta ilustrativa da morte e ressurreição de Jesus, para converter aquele povo e, que após essa conversão, mudaram a data de celebração para a mesma da morte de Jesus.


A verdadeira páscoa cristã

A páscoa cristã não é celebrada apenas uma vez por ano, mas sempre que a ceia do Senhor acontece. Contudo, é importante usar essa festa anual como forma de lembrar a data da morte e ressurreição do nosso Senhor Jesus Cristo.
A verdadeira forma da páscoa cristã e os elementos legítimos dessa celebração são aqueles instituídos por Jesus, o pão e o vinho, representando seu corpo e sangue; isto é, uma lembrança e pregação simbólica do sacrifício de Cristo, como bem mostrou o apóstolo Paulo em 1Coríntios 11: 23 - 26

23 -Porque eu recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; 24-E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. 25-Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim. 26-Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha.

O texto bíblico supracitado nos informa que:

a)     O Pão representa o corpo de Jesus: O cordeiro santo de Deus (E, vendo passar a Jesus, disse: Eis aqui o Cordeiro de Deus. João 1:36), que recebeu sobre seu corpo os pecados, portanto, a condenação dos salvos (Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados. 1 Pedro 2:24 - Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Isaías 53:5)

b)    O vinho representa o sangue de Jesus: Que limpa o pecador dos seus pecados e conseqüentemente da ira santa de Deus (...o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. 1 João 1:7 - Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. Romanos 5:9)

Essa páscoa cristã tem o significado prático daquilo que a páscoa do antigo testamento tipificava. O cordeiro no antigo testamento é o tipo de Jesus Cristo, seu sangue, tipo do seu sacrifício. Ora no Egito, por ocasião da décima praga, o sangue livrou da morte quem estivesse na sua casa, e deu a liberdade a quem estava sob sua proteção. Hoje Jesus livra da ira de Deus e dá libertação àqueles que recebem o lavar, a marca, a proteção do seu sangue.

Pr Rovanildo V. Soares

quinta-feira, 14 de abril de 2011

O Culto Cristão

Estudos Bíblicos ministrados pelo Pr Rovanildo na IEC - BV
Obs. Os estudos têm todos a mesma introdução.



O CULTO CRISTÃO - A ESSÊNCIA

Se quizer baixar esses slides, clique aqui: http://www.slideshare.net/rovanildo/o-culto-cristo-a-essncia-7627046


O CULTO CRISTÃO - A FORMA
Se quizer baixar esses slides, clique aqui: http://www.slideshare.net/rovanildo/o-culto-cristo-a-forma



O CULTO CRISTÃO PESSOAL
Se quizer baixar esses slides, clique aqui: http://www.slideshare.net/rovanildo/o-culto-cristo-pessoal-7627050

sábado, 20 de novembro de 2010

EM DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO RELIGIOSA



UNIVERSIDADE MACKENZIE: EM DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO RELIGIOSA


A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 [LINK http://www.ipb.org.br/noticias/noticia_inteligente.php3?id=808] e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.
Para ampla divulgação.

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